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Olá pessoal, hoje vamos falar um pouquinho de RESILIÊNCIA no ambiente de trabalho, que está dentro da Gestão do Comportamento Organizacional.

A maioria das pessoas já ouviu falar no termo “resiliência”, que é bastante comum na área de administração/RH.

Sabemos que é importantíssimo ser resiliente no ambiente de trabalho, mas por que é tão difícil ser? Por que é tão bonito falar na teoria que a pessoa deve ser flexível no ambiente de trabalho ou aceitar a realidade? Mas na prática sabemos o quanto isto não é fácil e como existem profissionais com esta dificuldade, de superar adversidades.

Vejamos que existem a resiliência por parte do indivíduo e a resiliência organizacional, por pate da empresa.

Aqui, iremos abordar a resiliência por parte do individuo.

Com base na minha carreira profissional e estudos na área de Recursos Humanos, aprendi o significado deste conceito em sua teoria e também em sua prática.

Abaixo vou listar por ordem, itens ou “fases” que separei, totalizando em 7, dos quais considero os mais importantes para um perfil de comportamento resiliente (sintam-se à vontade de comentar abaixo para compartilharmos idéias):

1º – Visão e foco: É enxergar o que pode acontecer, mantendo o foco no problema, a possibilidade e o “se” acontecer.

2º – Antecipação: Após a visão e foco, o individuo se antecipa, pensa e já analisa melhor.

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3º – Preparação: Aqui o individuo já começa a se preparar para o que pode vir a acontecer, nesta fase, o problema ou situação adversa, já se instalou.

4º – Flexibilidade: Depois da preparação entra a questão de flexibilidade, a pessoa terá que ser muito tolerante e ainda por cima, compreensível.

5º – Adaptação: Então o indivíduo se adapta à situação, ele já não enxerga o problema como “um bicho de sete cabeças”, ele começa a ver que é possível ser resolvido e ajustado.

6º – Adversidades (recuperação): Neste momento, a pessoa já restabeleceu o ocorrido, agora ela já enfrenta a adversidade de uma forma super tranquila.

7º – Crescimento e Fortalecimento: Por último, mesmo com as mudanças, o individuo conseguiu tirar proveito, conseguiu crescer de alguma forma e tornou-se ainda mais forte para superar a próxima situação de incerteza.

 

Portanto, a resiliência é sim difícil de ser adquirida. Muitas pessoas já possuem este perfil e normalmente, são pessoas mais tranquilas de certa forma e que encaram melhor as situações inesperadas, saindo-se delas, ainda melhores e sem afetar tanto o fator “stress”, que abala muito nestas horas, junto à ansiedade, nervosismo ou preocupação em excesso.

Abaixo, segue link de um teste extraído do site: http://www.rh.com.br

Este teste foi extraído e condensado do livro “35 Testes para Avaliar suas Habilidades Profissionais”, de Ernesto Artur Berg.

⇒ CLIQUE AQUI – TESTE

Fiz o teste e meu resultado ficou entre 50 a 64 pontos, o que de fato, é um ponto que precisa ser melhorado. Vale a pena fazer, eu me identifiquei!

E aí, vamos tentar nos aperfeiçoarmos neste tipo de comportamento? Sem dúvidas, seremos ainda melhores no geral e em nossas atividades do dia-a-dia. A busca de cursos especializados ou coaching, é interessante.

Para ler mais sobre o assunto, existe a SOCIEDADE BRASILEIRA DE RESILIÊNCIA e também para aprofundar:

Site: http://sobrare.com.br/

**Eles disponibilizam conteúdos gratuitos.

 

 

Acho que a RESILIÊNCIA se resume em:
“SER FLEXÍVEL FRENTE ÀS MUDANÇAS”.

E mais, sair-se delas de forma ainda melhor!

 

 

“Resiliência é, entre outras coisas, a resistência à uma vulnerabilidade imposta”.

(Messias Figueirêdo)

 

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Assessoria em Gestão de Pessoas